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Os atrativos turísticos, meios de hospedagem, restaurantes, agências de viagens, espaços de eventos e empresas de transporte turístico de Foz do Iguaçu, dentre outras atividades, começam a receber, a partir desta semana, visitas de certificação para atestar o cumprimento dos protocolos de segurança sanitária. A medida está prevista nos decretos municipais n° 28.114,  28.148 e 28.204, que permitiram a reabertura do turismo e o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (COVID-19).


 
As visitas de certificação fazem parte de um trabalho coordenado pela Secretaria de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos de Foz do Iguaçu, em parceria com o Sebrae-PR e apoio do Conselho Municipal de Turismo - Comtur. 

 

São três equipes, compostas por consultores do Sebrae e servidores da Secretaria, que farão a checagem in loco dos protocolos. As visitas técnicas serão documentadas em relatórios eletrônicos, com a inclusão de fotos e vídeos, para comprovação das evidências de cumprimento das medidas.  

 

Trabalho começou pelos atrativos turísticos (Parque Nacional, Parque das Aves e Complexo Turístico de Itaipu foram os primeiros) depois se estenderá para os meios de hospedagem. Em seguida, irá abranger aos restaurantes e demais segmentos. Todos os estabelecimentos que assinaram o termo de responsabilidade sanitária e que reabriram as atividades serão vistoriados. Ao final, os estabelecimentos que cumprirem as normas receberão o Certificado de Responsabilidade Sanitária com o selo de ambiente protegido.

 

"Certificar é reconhecer aqueles que se esforçaram para se adequar à nova normalidade que o momento exige. O certificado de segurança sanitária, que trará consigo o selo de ambiente seguro, será o nosso cartão de visitas daqui por diante. Vai mostrar que aqui em Foz do Iguaçu praticamos o turismo consciente e responsável”, afirma o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla.
 


A Secretaria esclarece que o objetivo das equipes não é punir, mas certificar e orientar os empreendimentos turísticos. Por isso, as visitas de certificação não substituem o trabalho de fiscalização da Secretaria Municipal da Fazenda e da Vigilância Sanitária. No entanto, poderão fornecer subsídios para atuação desses outros órgãos. 

 

Descumprir os protoclos de segurança sanitária pode gerar multa de até 100 UFFI`s (Unidades Fiscais de Foz do Iguaçu), ou seja, de R$ 8.424,00. Já a multa resultante da falta de assinatura do Termo de Responsabilidade Sanitária, será de 30 UFFI`s, no valor de R$ 2527,20. 

 

Estabelecimentos que descumprirem os protocolos poderão ainda ser interditados, perder o alvará e responder a ações do Ministério Público.

 

Confiança do turista 

 

“As empresas precisam estar preparadas e, muito mais do que cumprir as exigências sanitárias, elas precisam transmitir que nossa cidade e estabelecimentos estão aptos a receber o visitante de forma segura. É dessa maneira que resgataremos a confiança e teremos mais visitantes, podendo voltar gradativamente aos níveis anteriores ou até maiores que os anteriores da pandemia”, explica o consultor do Sebrae, Luiz Marcelo Padilha. 
 


“ Entendemos a certificação como mais uma ação de apoio a retomada da abertura do turismo. Assim que os empreendimentos receberem o selo terão algo a mais para apresentar aos turistas. Consideramos uma excelente iniciativa da Secretaria, em parceria com o Sebrae, e apoio do Comtur”, reforça o presidente do Comtur, Carlos Silva.

 

A retomada do turismo integra um conjunto de ações programa Acelera Foz, que tem a coordenação estratégica do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz), Itaipu Binacional, Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Prefeitura de Foz, Sebrae, Programa Oeste em Desenvolvimento, Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (Acifi) e Conselho Municipal de Turismo (Comtur).


Fotos: Christian Rizzi